Mais do que de repente
ela apareceu no portão
Estáticos, sem pensar em ir em frente
foi a nossa reação.
A máscara caiu
muito inesperadamente
e o rosto dela sorriu
Os braços independentes
receio não sentiu
me abraçaram ardentemente.
Espontâneas as perguntas
e o convite cordial
Nossas mentes conjuntas
naquele carnaval.
O choque já anestesiado
me fazendo pensar
e me deixando calado
do que vem a mudar.
E permito-me dispersar
com as minhas fantasias
Fazendo-me acreditar
satisfazer minhas pobres poesias.
terça-feira, 15 de novembro de 2011
domingo, 6 de novembro de 2011
I'd like
I would like
to have a bike
and go anywhere to ride
enjoy seeing the sights
just being taken by the tires
go through the country sides
only riding all way long till the night
even where there is any light to guide
It would be so nice
to have a bike.
sexta-feira, 21 de outubro de 2011
Aquele menino e aquela menina, ele devia ter uns 5 anos e ela parecia ser ainda mais nova. Era um imenso jardim, e atrás dele tinha aquela casa de tamanho médio com algumas janelas e dava para ver a cortina mudando de formato com o vento, da janela ao lado direito da porta de madeira esculpida parecia um tecido de algodão branco com muitos desenhos de flores estampados, e a cortinha do lado esquerdo da porta eu quase não enxergava, mas parecia renda cor de rosa.
E as crianças brincavam, como brincavam. A menina com lindo vestido rodado cor de lavanda e uma presilha nos cabelos castanhos enroladinhos esvoaçantes, ela se embalava no balanço da velha árvore, enquanto o menino, que usava um calção marrom e uma camisetinha branca, eu podia ver olhos bem claros e muito concentrados em juntar o monte de areia que o seu caminhãozinho iria transportar.
Pude ouvir uma voz e as crianças ficaram atentas e se dirigiram rapidamente para a porta da casa que agora estava aberta. Sem muito esforço consegui sentir o cheiro de pão de queijo.
Com aquele cheiro, atinha-me aquele céu azul com poucas nuvens que cintilava na grama verdinha e que há pouco estava iluminando os corpos daquelas doces crianças.
E as crianças brincavam, como brincavam. A menina com lindo vestido rodado cor de lavanda e uma presilha nos cabelos castanhos enroladinhos esvoaçantes, ela se embalava no balanço da velha árvore, enquanto o menino, que usava um calção marrom e uma camisetinha branca, eu podia ver olhos bem claros e muito concentrados em juntar o monte de areia que o seu caminhãozinho iria transportar.
Pude ouvir uma voz e as crianças ficaram atentas e se dirigiram rapidamente para a porta da casa que agora estava aberta. Sem muito esforço consegui sentir o cheiro de pão de queijo.
Com aquele cheiro, atinha-me aquele céu azul com poucas nuvens que cintilava na grama verdinha e que há pouco estava iluminando os corpos daquelas doces crianças.
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