Correm todos em uma fileira
Depressa querem fugir
pois sabem que a chuva é perfeita
Pra quem gosta de dormir
E deixam a chuva escoar
Até se acharem seguros
Para poderem se virar
E ver a beleza do mundo
Deixa-se fácil o porque
Sabendo que nos olhos
É o coração quem vê.
Ah, e é essa a simplicidade
Que os fazem entender, que sacia
Que traz amorosidade
Preenche a noite vazia
terça-feira, 27 de março de 2012
domingo, 25 de março de 2012
Ah, minha doce Amora!
você é sempre tão bem-vinda
Perdoe-me a demora
mas cada texto tem sua hora
E você entende isso tão bem
Foi me achar no seu abraço
Você sabe melhor que ninguém
como é bom esse nosso laço
Laço de amor fraternal
ah, de amor sem igual
E todo carnaval tem seu final
mas viver contigo é um lindo festival
E essas minhas simples poesias
me trazem um pouco de satisfação
Ao menos é mais magia
nessa nossa pequena condição
Feliz somos nós que temos você
com toda sua amorosidade
Não precisamos de um porquê
nos bastamos com a simplicidade
Para minha Tati Guera
você é sempre tão bem-vinda
Perdoe-me a demora
mas cada texto tem sua hora
E você entende isso tão bem
Foi me achar no seu abraço
Você sabe melhor que ninguém
como é bom esse nosso laço
Laço de amor fraternal
ah, de amor sem igual
E todo carnaval tem seu final
mas viver contigo é um lindo festival
E essas minhas simples poesias
me trazem um pouco de satisfação
Ao menos é mais magia
nessa nossa pequena condição
Feliz somos nós que temos você
com toda sua amorosidade
Não precisamos de um porquê
nos bastamos com a simplicidade
Para minha Tati Guera
quinta-feira, 8 de março de 2012
Uma segunda feira
Eu estava no lugar marcado
daquela antiga aparição
Um golpe condenado
da minha falha intuição
O mesmo local
do déjà vu soterrado
O meu fora do habitual
daquele tempo relembrado
Me ver em lembranças
e pegar a marcha ré
Aumentar as inconstâncias
para me ver em pé
Tempo corrente
onde relógio não se limita
Força aparente
alimentar esse eremita
daquela antiga aparição
Um golpe condenado
da minha falha intuição
O mesmo local
do déjà vu soterrado
O meu fora do habitual
daquele tempo relembrado
Me ver em lembranças
e pegar a marcha ré
Aumentar as inconstâncias
para me ver em pé
Tempo corrente
onde relógio não se limita
Força aparente
alimentar esse eremita
terça-feira, 6 de março de 2012
04 de março
A cortina esvoaçante
o vento batendo na janela
meu coração pulsante
a olhar a cidadela
Prefiro minhas rimas pobres
que rima nenhuma
boas intenções as cobrem
talvez nem todas, mas algumas
Se essa é minha voz
deixa sair como quiser
ainda que não seja feroz
está aqui como vier
Minhas palavras tão pequeninas
passam despercebidas
como o voo da cortina
que na janela é mantida
o vento batendo na janela
meu coração pulsante
a olhar a cidadela
Prefiro minhas rimas pobres
que rima nenhuma
boas intenções as cobrem
talvez nem todas, mas algumas
Se essa é minha voz
deixa sair como quiser
ainda que não seja feroz
está aqui como vier
Minhas palavras tão pequeninas
passam despercebidas
como o voo da cortina
que na janela é mantida
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