Tão doce e gentil
de sorriso acolhedor
com jeito juvenil
estamos ao seu dispor
Fica fácil amar alguém
de coração tão cordial
Descrever não me convém
mas ta aí meu amor gramatical
Aprendendo juntas a semear
para sermos gratidão
Gratos por você nos amar
de um jeito sem condição
E quanto ainda vamos caminhar
espero que de mãos dadas
você não falha a nos incentivar
e te fazemos mulher amada
Aguentar nossas manias
colocar-nos em união
Pra ti minha poesia
de todo o coração
Para aquela que me deu aniversário
Hoje seu dia no calendário
Aquela que chamo de Mãe
05 de abril
segunda-feira, 9 de abril de 2012
quinta-feira, 5 de abril de 2012
Revoada
Vamos pegar um trem
pra destino qualquer
Vamos viajar, meu bem
fazer aquilo que quiser
Pegue sua coragem
e me encontre na estação
Para começarmos a nossa viagem
e seguirmos a embarcação
Ponha na sua bagagem
somente o essencial
Como a sua passagem
e seu sorriso cordial
Para encontrar a ferrovia
basta sua decisão
Começar na bilheteria
e depois não abrir mão
E que não seja apenas brasa
quando é preciso persistir
E quando sentir falta de casa
a lembrança nos fará sorrir
Venha sentir o orvalho
que traz o novo dia
Ou dançar no assoalho
assim, sem melodia
Alimente seu melhor sonho
o que te faz suspirar
Pois é para ele que componho,
para podermos embarcar
pra destino qualquer
Vamos viajar, meu bem
fazer aquilo que quiser
Pegue sua coragem
e me encontre na estação
Para começarmos a nossa viagem
e seguirmos a embarcação
Ponha na sua bagagem
somente o essencial
Como a sua passagem
e seu sorriso cordial
Para encontrar a ferrovia
basta sua decisão
Começar na bilheteria
e depois não abrir mão
E que não seja apenas brasa
quando é preciso persistir
E quando sentir falta de casa
a lembrança nos fará sorrir
Venha sentir o orvalho
que traz o novo dia
Ou dançar no assoalho
assim, sem melodia
Alimente seu melhor sonho
o que te faz suspirar
Pois é para ele que componho,
para podermos embarcar
terça-feira, 27 de março de 2012
Poetas da garoa
Correm todos em uma fileira
Depressa querem fugir
pois sabem que a chuva é perfeita
Pra quem gosta de dormir
E deixam a chuva escoar
Até se acharem seguros
Para poderem se virar
E ver a beleza do mundo
Deixa-se fácil o porque
Sabendo que nos olhos
É o coração quem vê.
Ah, e é essa a simplicidade
Que os fazem entender, que sacia
Que traz amorosidade
Preenche a noite vazia
Depressa querem fugir
pois sabem que a chuva é perfeita
Pra quem gosta de dormir
E deixam a chuva escoar
Até se acharem seguros
Para poderem se virar
E ver a beleza do mundo
Deixa-se fácil o porque
Sabendo que nos olhos
É o coração quem vê.
Ah, e é essa a simplicidade
Que os fazem entender, que sacia
Que traz amorosidade
Preenche a noite vazia
domingo, 25 de março de 2012
Ah, minha doce Amora!
você é sempre tão bem-vinda
Perdoe-me a demora
mas cada texto tem sua hora
E você entende isso tão bem
Foi me achar no seu abraço
Você sabe melhor que ninguém
como é bom esse nosso laço
Laço de amor fraternal
ah, de amor sem igual
E todo carnaval tem seu final
mas viver contigo é um lindo festival
E essas minhas simples poesias
me trazem um pouco de satisfação
Ao menos é mais magia
nessa nossa pequena condição
Feliz somos nós que temos você
com toda sua amorosidade
Não precisamos de um porquê
nos bastamos com a simplicidade
Para minha Tati Guera
você é sempre tão bem-vinda
Perdoe-me a demora
mas cada texto tem sua hora
E você entende isso tão bem
Foi me achar no seu abraço
Você sabe melhor que ninguém
como é bom esse nosso laço
Laço de amor fraternal
ah, de amor sem igual
E todo carnaval tem seu final
mas viver contigo é um lindo festival
E essas minhas simples poesias
me trazem um pouco de satisfação
Ao menos é mais magia
nessa nossa pequena condição
Feliz somos nós que temos você
com toda sua amorosidade
Não precisamos de um porquê
nos bastamos com a simplicidade
Para minha Tati Guera
quinta-feira, 8 de março de 2012
Uma segunda feira
Eu estava no lugar marcado
daquela antiga aparição
Um golpe condenado
da minha falha intuição
O mesmo local
do déjà vu soterrado
O meu fora do habitual
daquele tempo relembrado
Me ver em lembranças
e pegar a marcha ré
Aumentar as inconstâncias
para me ver em pé
Tempo corrente
onde relógio não se limita
Força aparente
alimentar esse eremita
daquela antiga aparição
Um golpe condenado
da minha falha intuição
O mesmo local
do déjà vu soterrado
O meu fora do habitual
daquele tempo relembrado
Me ver em lembranças
e pegar a marcha ré
Aumentar as inconstâncias
para me ver em pé
Tempo corrente
onde relógio não se limita
Força aparente
alimentar esse eremita
terça-feira, 6 de março de 2012
04 de março
A cortina esvoaçante
o vento batendo na janela
meu coração pulsante
a olhar a cidadela
Prefiro minhas rimas pobres
que rima nenhuma
boas intenções as cobrem
talvez nem todas, mas algumas
Se essa é minha voz
deixa sair como quiser
ainda que não seja feroz
está aqui como vier
Minhas palavras tão pequeninas
passam despercebidas
como o voo da cortina
que na janela é mantida
o vento batendo na janela
meu coração pulsante
a olhar a cidadela
Prefiro minhas rimas pobres
que rima nenhuma
boas intenções as cobrem
talvez nem todas, mas algumas
Se essa é minha voz
deixa sair como quiser
ainda que não seja feroz
está aqui como vier
Minhas palavras tão pequeninas
passam despercebidas
como o voo da cortina
que na janela é mantida
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