A cortina esvoaçante
o vento batendo na janela
meu coração pulsante
a olhar a cidadela
Prefiro minhas rimas pobres
que rima nenhuma
boas intenções as cobrem
talvez nem todas, mas algumas
Se essa é minha voz
deixa sair como quiser
ainda que não seja feroz
está aqui como vier
Minhas palavras tão pequeninas
passam despercebidas
como o voo da cortina
que na janela é mantida
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